Estação Experimental de Itapetininga

A Estação situa-se no município do mesmo nome. Coordenadas: 23o35’S 48o10’W. É cortada pelo rio Itapetininga, ao longo do qual há matas ciliares. Parte da Estação é formada pelo "varjão", sendo considerado um dos remanescentes melhor preservados de campo limpo de cerrado do Estado. Há também matas mesófilas, cerrado sensu strictu e cerradão. Parte da Estação é ocupada por plantações de Pinus elliotti. Um dos problemas observados é a invasão de áreas de campo limpo por Pinus elliotti, situação que demanda um contínua manejo visando a eliminação destas plantas invasoras.

 

Pinus invasores em área de campo sujo de cerrado

Campo limpo de cerrado.JPG (48796 bytes)

 

 

Capinzal e mata ciliar.JPG (54952 bytes)

 

Campo limpo e ao fundo mata ciliar

 

O Centro de Estudos Ornitológicos, ao encerrar um levantamento da avifauna da Estação, sugeriu à Secretaria de Meio Ambiente do Estado de São Paulo a transformação das áreas naturais da Estação em Estação Ecológica, dando assim melhores condições legais para sua preservação. Entretanto essa decisão ainda não foi tomada pelas autoridades responsáveis.

Avifauna

Indicada como [key area] pela presença ali de Taoniscus nanus, Nothura minor e Eleothreptus anomalus.

Desafios ornitológicos

1. Verificar a permanência na área de Taoniscus nanus, ameaçada no estado, com último registro na área (e no estado de São Paulo) em 1994 (Wege & Long 1995).

2. Verificar a permanência na área de Nothura minor, ameaçada no estado, com último registro na área em 1994 (Wege & Long 1995).

Veja outras informações sobre a área

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